As campanhas presidenciais começam a dar sinais de preocupação com o assunto, embora ainda não tenham apresentado propostas concretas.
— Esses movimentos, por enquanto, não estão ligados a nenhum partido. Até as eleições, eles podem protagonizar eventos, alguns até violentos, que trarãodesgaste grande para os políticos no poder, sejagoverno federal, estadual ou municipal — avalia o professor de Filosofia Política da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Roberto Romano.
O Globo
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